domingo, 30 de julho de 2017

Devaneios

E bateu de novo aquela vontade de escrever. Acho que isso acontece quando eu sinto que preciso muito conversar  mas não encontro ninguém que me entenderia melhor que eu mesma. E deu vontade de correr, de ler um livro, de ver filmes cults, de tomar sorvete direto do pote e de abraçar alguém. Que loucura que é isso tudo. Uma vontade que invade o peito de não ficar em casa e de falar com qualquer pessoa ao telefone. Tudo isso por uma simples descoberta e porque eu não sei como me sinto por dentro. Não me sinto mal pra falar a verdade. Mas é toda uma sensação estranha. Confusão. E não parece que deveria ser assim. Mas é. Confuso, entala o ar que eu respiro na garganta. Tô sozinha num apartamento cheio de bagunças. E minha mente me deixa confusa. Ao mesmo tempo que quero te parabenizar, sinto que não é certo e algumas ações saem precipitadas demais. Eu e o meu jeito meio sem jeito de lidar com as nossas coisas, impulsiva. Quando vê já foi e quando vê eu já tô aqui abraçada no travesseiro escrevendo pra mim mesma que tudo deveria estar bem dentro de mim quando na verdade eu não tenho certeza se está ou se deveria estar. Nó garganta de novo. Já é 2017 e eu ainda não aprendi a me entender ou lidar com tanta coisa minha. E quando coisas assim acontecem sinto uma necessidade de arrumar tanta coisa errada que eu deixei passar ate hoje.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Dorme bem você também.

E nessa despedida costumeira, entre boa noite e dorme bem, quase que me escapa um eu te amo.

domingo, 31 de julho de 2016

Saudade.

Pra falar a verdade até da pra seguir a vida. Mas chega a noite e sinto a falta de ter como quem dividir a vida, contar sobre como foi o dia pra alguém que vai ouvir interessado nas minhas conquistas mesmo que elas sejam só conseguir limpar a casa toda em um dia, alguém que não vai julgar e vai ficar feliz pelos meus passos e vai dizer "boa noite, mor" na voz mais acalentosa do mundo. E aí dói.  O maior problema é que tem noite todo dia.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Que eu não deixe de amar a saudade que tenho.

"Saudade é uma felicidade retardada, saudade só não mata porque tem o prazer da tortura." - Gabito Nunes.
Nada melhor do Gabito para reviver toda essa saudade, essa nostalgia. Nada mais nostálgico pra mim e pra você comigo, do que Gabito. E nada que combine mais do que essa frase. Saudade... Poxa, saudade de tantas e tantas coisas. Saudade de nós, confesso viu?! E pra matar a saudade, vim reler a nossa história hoje, e relendo me lembro de cada entrelinha dos textos. Mas para que você possa matar a saudade junto eu tenho que escrever né. Primeiro peço desculpas, ano passado fizemos 5 anos. E eu não fiz festa, não teve bolo, não teve presente e nem um mísero lembrete. Mas sempre que eu vinha aqui e via que o mês de aniversário ficou vazio, batia em mim mesma esse vazio. Te deixei sozinho por um bom tempo, mesmo que você nunca tenha me deixado na mão. Tô vindo aqui hoje por mera saudade de escrever, por desejo de colocar qualquer coisa em palavras. Essa semana mesmo eu fiz isso. Falei um pouco sobre mim em uma folha e, fiquei feliz. Há tempos não ficava feliz em escrever. Sentia saudades da sensação de escrever, saudades dos mil personagens que eu pude dar forma, e saudade de ter sempre comigo um amigo para as horas ruins. É tão bom ter uma parte de mim(5 anos até que é uma parte significativa de mim). É bom me encontrar em algum no qual eu me reconheça. Então obrigada por estar aqui enquanto eu fazia minhas algumas anotações. Não prometo voltar sempre, mas prometo voltar. E assim, faço nosso re-começo. Conta comigo ?

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Insônia.

Perdi o sono. Depois dele a coisa mais importante é você. Não me deixe te perder também.

sábado, 28 de junho de 2014

Faz frio.

Maldito barulho de chuva, que insisti em me fazer pedir teu colo e ser tua saudade.

sábado, 10 de maio de 2014

Meu mundo não teria razão.

Caramba, to sentindo uma vontade enorme de falar o quanto eu te amo, mesmo que não possa ser medido em palavras. Melhor seria medir em abraços, beijos e dormir de conchinha... só que isso ia dar mais ou menos um mês, somando tudo. Tô com uma saudade gritante no peito, ta dando pra ver até pelo lado de fora que ele ta querendo pular daqui e ir de encontro ao teu sorriso. Tá frio aqui, e talvez seja isso. Não tem ninguém pra me aquecer, além do frio gélido dos cobertos, que não chega nem de longe, aos pés do calor de estar com você. O quarto tá uma bagunça... Tem você por todas as partes. Mesmo longe, mesmo sem nunca ter vindo aqui. Você ta no blusão pendurado na cadeira, você ta no perfume que exala quando eu abro a porta, você tá no pinguim de pelúcia na minha mesa de estudos, você ta nos meu caderno de química(pelas nossas ligações), você tá até mesmo nas minhas anotações sobre as palestras(talvez na forma de ocitocina). Juro que tô tentando não te enxergar em tudo aqui, mas tá meio que difícil. Hoje mais cedo por exemplo, tava andando na rua e vi um cartaz de um show que já passou, mas era da Maria Rita, e ai meu pensamento voou para você. É inevitável. Mais da metade do que eu sou hoje, é você. Construí um grande pedaço da minha vida ao teu lado, e levo esse pedaço comigo de todas formas. Nós somos as músicas que eu ouço, nós somos as comidas que eu gosto, nós somos os calçados que eu uso, nós somos o jeito que me deito na cama. Percebe, o quanto você faz parte de mim, mesmo não estando aqui? Mesmo sem querer até?! É meio louco essa história toda, mas me deixa feliz até. Dá uma certeza que viver sem você não dá. Não dá e eu não quero. Isso sim é loucura, tentar imaginar um pedacinho sequer de futuro, onde não exista você. Será que existe vida nesse universo paralelo, onde não estamos juntos? Acho que não né. Não dá nem pra pensar na atmosfera de uma planeta, onde não exista nossos sorrisos completos um com o outro. Acho toda nossa história pra lá de linda, todo nosso jeito carinhoso de ser mais que amigos algo fora do normal. E me enche de felicidade, transborda felicidade aqui, de saber que nós somos fora do normal. E não existe felicidade, nem saudade, nem carinho, nem amor, nem sorriso, nem xingamento, nem briga mais bonita que a nossa. Tô aqui, mais uma vez escrevendo um monte de baboseira só pra esclarecer que você tá até no rachadinho da parede que forma um coração. Que absurdo não?! Faça o favor de não me deixar, nem por segundos. Não quero nem experimentar a sensação de uma vida sem você. O mundo está mais completo desde que você está nele. Desde que nós fazemos dele, nosso mundo melhor. Para não acabar diferente... Acho que você entende o porquê eu vim aqui né?! Isso mesmo. Eu te amo, meu orgulho.